Como migrar para o Eplan sem interromper seus projetos elétricos

Migração - Eplan

Existe uma conversa que se repete quando engenharia ou gestão começam a avaliar uma troca de plataforma de projeto elétrico:

"Faz sentido. Mas e os projetos que estão em andamento? E a equipe que está no limite? E se a curva de aprendizado atrasar as entregas?"

Essas preocupações são legítimas. Qualquer interrupção no fluxo de engenharia tem custo real — em prazo, em pressão sobre o time e em risco de perder contratos.

O que a maioria não sabe é que uma migração bem estruturada para o Eplan pode acontecer sem parar nenhum projeto ativo — e sem sobrecarregar a equipe que já está no limite.

Este artigo explica como.

O medo da migração é maior do que a migração em si

A resistência à troca de plataforma raramente é sobre a ferramenta em si. É sobre o momento. Quando a agenda está cheia, quando os pedidos estão acumulando, quando cada engenheiro está alocado em um projeto, qualquer mudança parece arriscada.

Mas há uma inversão de lógica aqui que vale nomear: a maioria das empresas só considera migrar quando está operando em capacidade máxima — exatamente porque a necessidade de mais eficiência ficou evidente. E aí a própria pressão do dia a dia trava a decisão que resolveria o problema.

A abordagem faseada da EPLAN foi desenvolvida para quebrar esse ciclo.

Como funciona a migração faseada

A lógica central é simples: projetos em andamento continuam no sistema atual. Novos projetos já nascem dentro do Eplan.

Isso significa que não há ponto zero de ruptura. A equipe não acorda na segunda-feira com um novo software e sem acesso ao que estava desenvolvendo. A transição acontece em camadas, absorvida gradualmente pela operação.

Dependendo do ponto de partida e dos recursos disponíveis, o programa de migração pode ser estruturado de três formas:

Migração faseada — a empresa conduz a transição no próprio ritmo, com suporte técnico da EPLAN nos momentos necessários.

Migração parcialmente gerenciada — a EPLAN assume responsabilidade por partes específicas da implementação, como configuração do sistema, criação de templates ou migração de dados históricos.

Migração totalmente gerenciada — consultores especializados da EPLAN cuidam de toda a configuração, otimização e preparação do ambiente, enquanto a equipe interna mantém o foco nas entregas.

Em qualquer um dos cenários, o objetivo é o mesmo: quando o engenheiro abre o Eplan pela primeira vez para trabalhar em um projeto real, o ambiente já está configurado para a realidade da empresa — não uma instalação genérica que ele vai precisar adaptar sozinho.

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"Mas minha equipe não tem tempo para aprender um novo sistema agora"

Essa é a objeção mais comum — e também a mais resolvível.

O problema com migrações que falham não costuma ser a ferramenta. É pedir para a equipe construir e aprender o sistema ao mesmo tempo em que entrega projetos. Quando não há tempo para fazer as duas coisas, o aprendizado perde.

O modelo gerenciado da EPLAN resolve exatamente isso. A configuração do sistema, a criação de templates, a preparação de dados e até o redesenho de projetos legados podem ser executados pelos consultores de serviços profissionais da EPLAN — sem envolver o time interno até que o ambiente esteja pronto para uso.

Quando o engenheiro entra na plataforma, ela já reflete os padrões da empresa, os componentes que ele usa, a estrutura de documentação que o time conhece. O aprendizado acontece sobre um sistema familiar — não sobre uma tela em branco.

E quanto ao treinamento?

A curva de aprendizado do Eplan existe — e negá-la seria desonesto. Mas ela é muito mais controlável do que parece quando gerenciada com o programa certo.

Os pacotes de onboarding da EPLAN incluem diferentes níveis de treinamento, desde cursos de eLearning em ritmo próprio até o programa completo Electrical Design Expert, conduzido pela Eplan. Para engenheiros que precisam de suporte adicional, workshops individuais com consultores especializados também estão disponíveis.

O ponto importante é que o treinamento não precisa acontecer de uma vez. Ele pode ser faseado junto com a migração — começando pelo essencial para os primeiros projetos na plataforma e expandindo conforme a equipe ganha confiança.

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E os projetos legados? Dados antigos vão se perder?

Não necessariamente — mas é uma das partes que exige mais atenção no planejamento.

Projetos desenvolvidos em CAD ou em outras plataformas podem ser migrados para o Eplan em diferentes níveis de profundidade: de uma migração básica de dados até o redesenho completo dentro da plataforma, aproveitando a estrutura de banco de dados do Eplan para adicionar informações que o formato original não suportava.

A decisão sobre o que migrar, como e quando depende do valor de cada projeto para a operação atual e da estratégia de longo prazo da empresa. Os consultores da EPLAN Brasil fazem essa avaliação como parte do processo de onboarding — sem compromisso de implementação.

Perguntas frequentes sobre migração para o Eplan

Quanto tempo leva uma migração típica para o Eplan?

Depende do escopo: tamanho da equipe, volume de dados históricos a migrar, nível de personalização desejado e recursos disponíveis. Migrações com suporte gerenciado tendem a ser mais rápidas porque a configuração acontece em paralelo com a operação, sem disputar atenção com os projetos em andamento. O processo consultivo inicial da EPLAN Brasil mapeia o caminho mais adequado para cada empresa.

Preciso pausar todos os projetos durante a migração?

Não. A abordagem faseada permite que projetos em andamento continuem no sistema atual enquanto novos projetos já começam no Eplan. A transição é gradual — projetada para que a equipe nunca fique sem ferramentas para trabalhar.

E se só parte da equipe migrar primeiro?

Essa é uma estratégia comum e recomendada em equipes maiores. Um grupo pioneiro aprende a plataforma e desenvolve os primeiros projetos enquanto o restante da equipe continua no sistema atual. Os aprendizados do grupo piloto são incorporados ao treinamento dos demais — reduzindo a curva para quem entra depois.

Os templates e macros que já temos podem ser aproveitados?

Sim, com adaptação. O processo de migração inclui a análise dos ativos existentes — macros, templates, listas de componentes — e a definição de como eles serão recriados ou adaptados para o formato Eplan. Em alguns casos, elementos podem ser importados diretamente; em outros, a recriação dentro da plataforma é a melhor opção.

A EPLAN Brasil oferece suporte pós-implementação?

Sim. O suporte técnico está disponível diretamente dentro do software via portal, além de telefone e e-mail. A EPLAN Brasil também oferece treinamentos avançados e workshops específicos para equipes que querem aprofundar o uso da plataforma após a implementação inicial.

A migração não é o risco. O risco é não migrar.

Toda empresa que adia a transição para uma plataforma de engenharia mais eficiente por medo de disrupção está, na prática, escolhendo um custo diferente: o custo acumulado do retrabalho, da documentação inconsistente, dos projetos que demoram mais do que deveriam e da dependência de profissionais específicos para "fechar as lacunas" do processo.

A migração para o Eplan, quando bem planejada e com o suporte adequado, não é uma ruptura. É uma transição gerenciada — com projetos continuando, equipe aprendendo no ritmo certo e a operação avançando sem perder o passo.

O ponto de partida é uma conversa. Não um compromisso.

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Todo quinta-feira às 14h, a EPLAN Brasil realiza uma Live Demo gratuita — uma hora de demonstração real da plataforma, com espaço aberto para perguntas em tempo real.

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